Meu processo de emagrecimento
Antes mesmo de estudar Nutrição, eu já tinha passado por um processo que mudou a forma como eu via alimentação, corpo e saúde.
Aqui compartilho tudo que me transforma — dieta, treino, saúde hormonal e os produtos que realmente uso no dia a dia.
Gaúcha de Pelotas, morando em Curitiba há 8 anos. Apaixonada por musculação, nutrição e fé — e determinada a construir uma vida bonita por dentro e por fora.
Aqui você vai encontrar conteúdo honesto: treinos que faço, o que aprendo na faculdade de Nutrição, e tudo sobre viver bem no dia a dia.
Gaúcha de Pelotas, morando em Curitiba há 8 anos, apaixonada por vida saudável, treino e fé. Aqui você vai encontrar alguém real — com conquistas, tropeços e uma vontade enorme de evoluir todo dia.
Se você chegou até aqui, provavelmente está buscando algo parecido com o que eu um dia busquei: uma vida que faça sentido por dentro e por fora. Uma vida onde você se sente bem no seu corpo, leve na sua mente e em paz com quem você está se tornando.
Minha jornada com saúde e autocuidado não começou por vaidade — começou pela necessidade. Convivo com hipotireoidismo, e durante um bom tempo senti meu corpo e minha energia não me obedecerem. Cansaço constante, dificuldade pra emagrecer, cabelo caindo, disposição zero. E o pior: os exames dizendo que estava "tudo normal".
"Foi quando decidi parar de esperar que alguém resolvesse por mim e comecei a estudar, testar e entender o meu próprio corpo."
A musculação entrou na minha vida há 5 anos e mudou tudo. Não só o corpo — a cabeça, a disciplina, a autoestima. Entre 2021 e 2024, perdi cerca de 10kg com dedicação, consistência e muito aprendizado sobre o meu próprio corpo.
Mas a vida é real, e eu gosto de ser honesta: tive um reganho de peso por conta de questões emocionais. Cheguei a 62kg — sim, com massa muscular incluída, mas ainda assim foi um período difícil. Falo sobre isso aqui porque sei que muitas mulheres passam pelo mesmo e se sentem sozinhas nisso. Hoje estou em 52kg, em processo de emagrecimento novamente — e desta vez com ainda mais conhecimento, já que estou cursando o 6º semestre de Nutrição.
Junto com o treino, veio a alimentação consciente — não dieta restritiva, mas entender o que funciona pra mim. Veio a suplementação certa, o sono de qualidade, o autocuidado que vai muito além de estética.
E no meio de tudo isso, a fé foi e continua sendo meu maior alicerce. Acredito que corpo, mente e espírito caminham juntos. Não dá pra cuidar de um e ignorar os outros.
Hoje, aqui no Meu Lifestyle, quero compartilhar tudo isso com você: o que funciona, o que não funciona, os produtos que uso, os treinos que faço, os alimentos que como — com honestidade e sem aquela vida perfeita de Instagram que ninguém tem de verdade.
Musculação, exercícios que realmente funcionam, dicas de execução e como montar uma rotina que você consiga manter.
Alimentação consciente, receitas práticas e estratégias para emagrecer sem neura — com o embasamento de quem estuda Nutrição.
Tudo que aprendi vivendo com hipotireoidismo: exames, sintomas, suplementação e como otimizar seu metabolismo.
Agora que você me conhece um pouco, vem explorar o conteúdo que preparo com muito carinho pra você. Vamos juntas nessa jornada!
Dois caminhos pra você encontrar o que faz sentido hoje. Cada um com posts honestos, baseados na minha experiência real — sem fórmula, sem moda, com método.
Alimentação consciente, sem dieta restritiva, sem neura. Aqui compartilho o que aprendi cursando Nutrição e vivendo na pele as estratégias que funcionam de verdade — pra mulheres reais, com hipotireoidismo, com fome, com vida.
Antes mesmo de estudar Nutrição, eu já tinha passado por um processo que mudou a forma como eu via alimentação, corpo e saúde.
Por muito tempo eu ouvi que "estava tudo normal", enquanto meu corpo claramente mostrava que não estava. Hoje faço uso de T4 e entendo muito melhor como a tireoide influencia tudo.
Suplemento não substitui rotina, alimentação ou constância. Os que uso hoje fazem sentido para as minhas necessidades, sem exageros e sem promessas irreais.
Antes mesmo de começar a estudar Nutrição, eu já tinha passado por um processo de emagrecimento que mudou muito a forma como eu via alimentação, corpo e saúde. E sinceramente? Não foi rápido, nem fácil, nem perfeito.
Foi um processo cheio de tentativa, erro, adaptação e muita paciência comigo mesma.
Depois que comecei a estudar mais sobre nutrição e comportamento alimentar, uma coisa ficou muito clara pra mim: eu, como muitas mulheres que conheço, estava tentando emagrecer brigando com o próprio corpo. Eu fazia dieta extremamente restritiva, cortava tudo, vivia cansada e achava que sofrer era obrigatório pra ter resultado. E no meu caso ainda existia o fator do hipotireoidismo, então precisei aprender a respeitar muito mais os sinais do meu corpo em vez de só copiar estratégias da internet.
O que realmente mudou o jogo pra mim não foi "comer menos". Foi aprender a comer direito, melhorar minha relação com a comida e parar de viver naquele ciclo de restrição e culpa. Quando a alimentação deixou de ser punição, tudo começou a ficar mais sustentável — e os resultados vieram junto com isso.
No fim, emagrecer de forma saudável não foi sobre encontrar a dieta perfeita. Foi sobre construir uma rotina que funcionasse pra mim — sem extremismo, sem terrorismo alimentar e sem viver em função da balança.
E eu ainda quero falar muito mais sobre isso aqui no blog. Sobre os erros que já cometi, coisas que atrasaram meu processo, estratégias que realmente funcionaram pra mim e tudo o que fui aprendendo ao longo desses anos.
Por muito tempo eu ouvi que "estava tudo normal", enquanto meu corpo claramente mostrava que não estava. Cansaço constante, queda de cabelo, dificuldade de concentração, frio excessivo, desânimo, metabolismo lento… eu sabia que tinha alguma coisa errada, mesmo com exames aparentemente "ok".
Hoje faço uso de T4 e entendo muito melhor como a tireoide influencia praticamente tudo no nosso corpo. E sinceramente? Depois que comecei a estudar mais sobre isso, percebi quantas mulheres convivem com sintomas de hipotireoidismo sem nem imaginar que a tireoide pode estar envolvida.
No meu dia a dia, eu sinto na pele que a tireoide não afeta só o peso. Ela influencia minha energia, meu humor, meu intestino, meu sono, meu cabelo, minha pele, minha libido, minha disposição e até a minha recuperação muscular. Quando ela não está funcionando direito, o meu corpo inteiro sente.
TSH
Pra mim, o TSH é um dos primeiros marcadores que olho, porque é ele que "manda o comando" pra minha tireoide trabalhar. Sempre que vejo ele elevado nos meus exames, sei que meu corpo está fazendo mais esforço pra estimular a produção hormonal — e quando aparece muito baixo, fico atenta também, porque indica desequilíbrio.
T4 livre
Acompanho o T4 porque é o principal hormônio que minha tireoide produz. Eu costumo pensar nele como uma "reserva hormonal", que depois vira a forma ativa. Quando meu T4 está desregulado, eu sinto na pele: cansaço, lentidão, retenção, queda de cabelo e dificuldade pra emagrecer voltam a aparecer.
T3 livre
O T3 é o que eu chamo de "hormônio ativo" — é ele que realmente atua no meu metabolismo, na minha energia e no funcionamento das células. Já aprendi que dá pra ter TSH e T4 aparentemente bons e mesmo assim continuar com sintomas, porque a minha conversão pra T3 pode estar baixa.
Anti-TPO
Esse é o exame que eu peço pra investigar se tem alguma questão autoimune envolvida, como a tireoidite de Hashimoto. Quando ele aparece alterado, é um sinal de que o próprio sistema imunológico pode estar atacando a tireoide silenciosamente — e isso muda muito a forma como eu cuido do meu corpo.
Além do ajuste correto da medicação, algumas coisas fizeram muita diferença no meu dia a dia e continuam fazendo parte da minha rotina até hoje.
Hoje eu vejo o meu hipotireoidismo de uma forma muito mais ampla. Pra mim, não é só sobre tomar um remédio em jejum. É sobre entender o meu corpo, acompanhar os meus sintomas, ajustar os meus hábitos e aprender a trabalhar junto com ele — e não contra ele.
Suplemento não substitui rotina, alimentação ou constância. Os que uso hoje fazem sentido para as minhas necessidades e foram incluídos com orientação e acompanhamento. Essa é a minha rotina de suplementação, sem exageros e sem promessas irreais.
"Pra mim, suplemento bom é aquele que tomo com critério — não o que está em promoção no influenciador."
E o mais importante pra mim: nada disso substitui comida de verdade, sono e treino. Na minha rotina, suplemento é a cereja do bolo — não o bolo.
Cinco anos de musculação me ensinaram que treino não é sobre o que você faz num dia, é sobre o que você faz em todos os dias. Aqui divido o que aprendi treinando 5x por semana — sem moda, sem milagre, com método.
Hoje tento equilibrar estética, performance, recuperação e qualidade de vida dentro de uma divisão que realmente funcione pra mim.
Meu treino é dividido de forma estratégica para alinhar hipertrofia, definição e recuperação muscular — com foco em ganho de massa magra e redução de gordura.
Os erros mais comuns de quem está começando — e o que eu faria diferente se tivesse a chance de recomeçar agora, com tudo o que já aprendi.
Minha rotina de treinos mudou bastante ao longo do tempo, principalmente conforme meus objetivos foram mudando também. Hoje, tento equilibrar estética, performance, recuperação e qualidade de vida dentro de uma divisão que realmente funcione pra mim. Então resolvi compartilhar como está organizada a minha rotina atual na academia.
A segunda é um dos treinos mais intensos da minha semana e tem foco principal em quadríceps, volume de pernas e resistência muscular. Misturo exercícios compostos, como agachamento livre e leg press, com movimentos mais isolados para trabalhar definição, força e estabilidade. Também gosto de incluir exercícios unilaterais, como passada e afundo, porque ajudam muito no equilíbrio e na ativação muscular. Finalizo com cardio na escada para aumentar o gasto energético e trabalhar condicionamento.
O treino de terça é focado na parte superior, principalmente ombros, peitoral e tríceps. A ideia aqui é desenvolver força e definição, dando bastante atenção aos ombros para criar mais harmonia estética e melhorar postura. Misturo exercícios de empurrar com movimentos isolados para trabalhar diferentes partes do deltoide e finalizar bem o tríceps. O cardio na escada entra novamente para manter o condicionamento ativo ao longo da semana.
Quarta é totalmente voltada para posterior de coxa e glúteos, com bastante foco em ativação, estabilidade e intensidade. Esse é um dos treinos que mais gosto porque trabalha força e consciência corporal ao mesmo tempo. Exercícios como levantamento terra, stiff unilateral e afundo búlgaro exigem muito controle e ajudam bastante no desenvolvimento da cadeia posterior. Também adiciono exercícios específicos para glúteo médio e abdução, além de prancha para fortalecimento do core.
Na quinta o foco é costas, postura e fortalecimento da parte superior. Tento variar os tipos de puxada e remada para atingir diferentes regiões das costas e melhorar tanto largura quanto densidade muscular. Além da parte estética, esse treino ajuda muito na estabilidade, postura e desempenho nos outros exercícios da semana. Finalizo com bíceps e cardio na escada para manter a rotina de condicionamento.
A sexta fecha minha semana com mais um treino de inferiores, mas com foco maior em posterior, glúteos e força. É um treino mais pesado e estratégico, combinando movimentos de força com exercícios de isolamento para trabalhar diferentes estímulos musculares. A elevação pélvica é um dos exercícios principais desse dia, junto com stiff, flexoras e agachamento no smith. Finalizo com cardio na escada para manter consistência no gasto energético e no condicionamento cardiovascular.
Minha rotina de treinos foi montada pensando em equilíbrio entre performance, recuperação e evolução.
Pra mim, o básico bem feito continua sendo o que mais traz resultado: intensidade, execução e consistência.
Hoje, meu treino é dividido de forma estratégica para alinhar hipertrofia, definição e recuperação muscular. Como meu foco é ganho de massa magra com redução de gordura corporal, organizo os estímulos ao longo da semana para conseguir treinar com intensidade sem comprometer recuperação, performance e constância.
Minha divisão atual prioriza membros inferiores três vezes na semana, com foco separado em quadríceps, glúteos e posteriores, enquanto os treinos de superiores são organizados para desenvolver força, definição e proporção estética.
Também mantenho cardio em escada ao final dos treinos como parte da minha rotina atual, ajudando no condicionamento, gasto calórico e composição corporal sem precisar abrir mão de massa muscular.
Mais do que apenas "seguir uma ficha", hoje eu treino com consciência de execução, progressão de carga e intensidade. Entender isso mudou completamente a forma como meu corpo responde aos estímulos.
Drop set: uso essa técnica quando quero levar o músculo ao limite. Começo a série com uma carga mais alta e, assim que termino as repetições, reduzo o peso e continuo sem descanso. Pra mim funciona muito bem pra aumentar intensidade, gerar mais fadiga muscular e ter um estímulo extra no treino.
Bi-set: aplico o bi-set quando quero intensificar o trabalho no mesmo grupo muscular. Executo dois exercícios em sequência, sem pausa entre eles, e sinto na hora a diferença na fadiga e na intensidade do treino.
"Disciplina não é fazer no dia bom — é fazer no dia que você não quer."
Essa é a organização que funciona para mim hoje, respeitando meus objetivos, minha recuperação e minha rotina fora da academia também.
Olhando pra trás com tudo o que aprendi, existem alguns erros que eu não cometeria de novo se estivesse começando hoje. São coisas que já travaram o meu progresso em algum momento — e que vejo travando o de muita mulher que está começando agora.
No começo, eu queria mudar tudo de uma vez: treino extremo, dieta impossível e cardio exagerado. Aprendi do jeito difícil que isso só me levou pra frustração, cansaço e vontade de desistir.
Já caí na armadilha de aumentar carga sem aprender a execução correta — e foi um dos erros que mais me atrasou. Hoje eu sei que técnica ruim diminui resultado e aumenta muito o risco de lesão.
No começo, eu trocava exercícios o tempo inteiro achando que "o corpo acostuma". Demorei pra entender que a minha evolução vinha de constância e progressão, não de ficar mudando tudo o tempo todo.
Já achei que quanto mais treinar, melhor — e o meu corpo me mostrou o contrário. Aprendi que o músculo precisa de recuperação, sono e alimentação adequada pra evoluir de verdade.
Cada corpo responde em um tempo diferente, e perdi muita energia me comparando com mulheres que estavam em fases diferentes da minha. A comparação só me trouxe ansiedade e quase me fez abandonar uma rotina que estava começando a funcionar.
"Os primeiros anos de academia ensinam o corpo. Os anos seguintes ensinam a paciência."
Se você está começando agora, o que eu te diria é: foca em três coisas — técnica, consistência e comida. Carga vem com o tempo. Estética vem como consequência.